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Independentemente é uma vídeo-exposição  de artes visuais e performances que usa as paredes e muros das cidades como tela, durante a pandemia da COVID-19. As obras visuais reunidas são projetadas em um mesmo dia e horário em diversos locais das cidades. O intuito do projeto é convidar pessoas em quarentena às suas janelas para conhecerem obras atuais de artistas independentes. Contamos com colaboradores e parceiros de cidades pelo Brasil para a realização das projeções.

As inscrições abriram entre 10/06 e 16/06 e dos 28 artistas que se interessaram, foram selecionados 10 artistas pela curadoria dos realizadores do projeto. A estreia da ação foi no domingo, no dia 12/07.

Produção Vibra por: Caro Petersen

Produtores parceiros: Natália Sabino e Almir Chiaratti

Colaboradores: @atento.e.forte@dbasilio.foto, @__rannybaby

 

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REGISTROS DAS PROJEÇÕES

 

Em nossa estreia, 12/07/20, a vídeo-exposição INDEPENDENTEMENTE foi projetada em prédios da Glória e de Icaraí.

 

ARTISTAS

 

Lia Fortes tem 16 anos e sempre foi movida à arte. Nascida no Rio de Janeiro, desenha desde nova. Crescendo, se envolveu com a escrita, cinema e artes cênicas, mas seu maior contato segue sendo o com a pintura. Uma de suas maiores inspirações é a figura da mulher, que aparece bastante em seus trabalhos. Diz que “a arte é uma maneira de expressão essencial, e através do que faço busco demonstrar minha admiração por todas as mulheres guerreiras do mundo”.

IG: @liiarte

Raíssa Jalkh tem 23 anos, é designer e artista visual carioca graduada pela UFRJ. Seu trabalho apresenta-se em linhas, objetos, cores, massas e rastros trazendo o eu em sua forma crua e de extrema intimidade para debater a interseção da mente, da cura e do comportamento do corpo no mundo contemporâneo.

IG: @raissajalkh

 

Ana Verônica, ou Anavê, é designer carioca estudante da UFRJ. Gosta muito de música. E cinema. E mais música. Seu trabalho traz uma animação baseada em um sonho de uma noite aleatória.

IG: @anav_abreu

Portfólio

Janelas Sonoras

 

Lucas Lima é fotógrafo, artista visual e escritor. Passando por engenharia, artes e várias outras experiências, sempre sentiu necessidade de exercer e expressar sua criatividade. Desde criança navegou pelas águas das artes plásticas, transitando entre o desenho e a pintura. Agora, com a fotografia, descobriu uma nova paixão que o permitiu experimentar novas possibilidades de linguagem. Lucas gosta de trabalhar em três principais vertentes: o incômodo, a falta de liberdade e o tempo. Em cada uma delas, sua expressão brinca com o onírico e com um distanciamento do objeto para trazer a personificação do retratado.

 

IG: @stateoflucas

 

Bia Vinzon é bailarina e circense, estudante de Dança pela Faculdade Angel Vianna. Desenvolve sua pesquisa entorno das técnicas de dança contemporânea, contato-improvisação e acrobacia aérea. Sobre seu trabalho, ela diz: “um ‘bodegón’ é uma reunião de objetos inanimados. Essa natureza morte transpira a vida que tem por detrás dela. Minha natureza é feminina. Sou Bia, e essas são minhas beldades.”

 

IG: @biavinzon

 

Nascida no Rio de Janeiro, Maria Paganelli cursou Pintura na Escola de Belas Artes da UFRJ. Além de artista plástica, é cantora-compositora e educadora. Se interessa por áreas diferentes de atuação, porque ama trabalhar com criação, um atividade que não tem barreiras. A maior parte de sua produção é pintura e desenho, embora também se mostrem ao mundo com outros formatos, como cartas, colagens, fotografias ou mesmo pequenas e lúdicas esculturas. Seus trabalhos costumam ligar temáticas afetivas à memórias atemporais, criando imagens figurativo-abstratas.

 

IG: @mariaivpaganelli

 

Da laranjeira, a laranja lima.
Letícia Lima, estudante de Comunicação Visual na Escola de Belas Artes da UFRJ nos traz sua série “Mini Mundos Cítricos”, que põe em perspectiva nossa dimensão diante do universo; as dificuldades, obstáculos, descobertas e enfrentamentos do cotidiano extraordinário. A série está em constante construção a medida que novos mini mundos se revelam. As imagens são compostas por fotos e desenhos escaneados de cadernos de rascunhos ou diretamente feitos no computador.

IG: @citrusslima

Mini Mundos

 

Felipe Bittencourt é artista visual que atua principalmente com performance, fotografia e vídeo, utilizando também o desenho como linguagem-base de pesquisa e desenvolvimento de seus trabalhos.

BICHO é um experimento de estratégias físicas que pretende um estado de transmutação latente, sem resultados ou objetivos aparentes a não ser o próprio desgaste do performer, que cumpre com o dever de adaptação e confinamento dentro de um espaço doméstico tido como cenário temporário para uma manifestação de estado. A pesquisa de movimentos suporta-se pela pesquisa comportamental de insetos noturnos, também tidos como lunares pelo seu ponto focal de iluminação.

IG: @felipe_rocha_bittencourt

 

Julia Aiz é artista visual autodidata, nascida e baseada no Rio de Janeiro. Sua prática transita por colagens, gravuras, publicações, intervenções urbanas e instalações. Se interessa por pesquisar os usos da imagem em sua apropriação e transgressão, o vazio, o imprevisto, o gesto, corpo, gênero e padronizações sociais.

IG: @juliaaiz

Portfólio

 

Carolina Leal é artista carioca de 23 anos, que tem como objeto de estudo o mundo do inconsciente. Seu trabalho é a materialização de inputs decorrentes de diferentes tipos de experiências espirituais. Ele é apresentado em pinturas e objetos através de formas, gestos e cores, trazendo emoções e sentidos para quem aprofunda o olhar naquele universo. Trabalha com a interpretação do mundo sutil em diferentes plataformas. Gosta de viajar entre os macros e micros de cada universo e simplificar eles em forma de símbolos.

IG: @carooleal

Portfólio

 
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